Durante o protesto, a multidão entoou "Filhos do Arco-Íris", canção que exalta a sociedade multicultural. Durante o julgamento, Breivik ridicularizou essa música, citando-a como sendo uma propaganda marxista.
Houve também uma passeata de vários quarteirões até o tribunal onde Breivik está sendo julgado, que fica perto do local onde o carro-bomba explodiu em 22 de julho, matando oito pessoas. Manifestações musicais semelhantes aconteceram em outras cidades norueguesas.
Sobreviventes
Dentro do tribunal, sucessivos sobreviventes descreveram o atentado a bomba. "Eu estava cuspindo sangue", disse Harald Foesker, que estava trabalhando no Ministério da Justiça quando a bomba de fertilizantes, com 950 quilos, explodiu do lado de fora. "Senti de repente que era um atentado terrorista contra o prédio do governo... Pedi ajuda, mas ninguém respondeu."
Dentro do tribunal, sucessivos sobreviventes descreveram o atentado a bomba. "Eu estava cuspindo sangue", disse Harald Foesker, que estava trabalhando no Ministério da Justiça quando a bomba de fertilizantes, com 950 quilos, explodiu do lado de fora. "Senti de repente que era um atentado terrorista contra o prédio do governo... Pedi ajuda, mas ninguém respondeu."
Ele contou que perdeu 80% da visão e precisou passar por cirurgias reparadoras da face, e acrescentou que se orgulha de viver em um país que trata os réus com dignidade.
Breivik, de 33 anos, qualifica suas vítimas como "traidores" que mereceram morrer por abraçarem valores esquerdistas que, na sua opinião, abriram a Europa a uma lenta invasão islâmica.
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