Após 30 anos trabalhando no lixão, catador não consegue mais andar.
Casal que trabalha no aterro do Rio já perdeu quatro filhos por doença.
As marcas que o corpo carrega após décadas de trabalho no lixão de Gramacho ficam pequenas quando comparadas às dificuldades que a vida impõe do outro lado do muro do aterro sanitário de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Há seis meses deitado sobre uma cama num casebre de um cômodo, Jorge Pinheiro dos Santos, 66 anos, vive as consequências de 30 anos trabalhando como catador de lixo.
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